Adoro a tecnologia. De verdade. Às vezes me esqueço que um dia vivemos sem essas modernidades todas que nos cercam.
O celular é um exemplo disso: virou indispensável. E se acontece um acidente? E se você precisa de um táxi no meio do nada de madrugada? E se você precisa falar com alguém que você sabe que está ocupado? Viva o celular multimídia, com tudo pra nos oferecer: SMS, MMS, foto, vídeo, calculadora, despertador, agenda, e também telefone.
A máquina de lavar roupas já é relativamente antiga. Mas de uns tempos pra cá colocaram nela um recurso que é a salvação dos sem-tempo: a água quente. Perfeito. Você joga tudo lá dentro, só separando pelas cores, coloca o sabão e o amaciante na gavetinha, clica uns botõezinhos e puft! Pouco tempo depois está tudo limpinho e você nem encostou na roupa.
Do computador nem vou me alongar: banco, supermercado, correio, mapas, jornais, revistas, livrarias, museus, e etc e etc, sem sair de casa.
Tou falando dos eletroeletrônicos mas tem ainda as coisas de cotidiano. Você foi ao supermercado (podia ter feito compras pelo computador, mas você gosta de olhar as prateleiras) e puxa! O cartão de crédito estourou! Cartão de débito não tem saldo. Mas tem uma agência bancária ao lado do supermercado. Pronto: você dá uma passada rápida no cheque expresso, imprime quatro folhinhas, paga as compras e eles entregam tudo dentro da sua cozinha. E tem táxi que você paga com cartão de crédito; farmácia, padaria, supermercado, cafés e restaurantes (na época do natal até shopping) 24 horas, tudo sempre delivery…
Agora me diz: e como é que seria o mundo hoje se não houvesse luz elétrica?