Wednesday, May 25, 2005

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Ontem assisti “
A Vida Marinha com Steve Zissou“, de Wes Anderson.



Bárbaro! É um filme completamente diferente do que estamos acostumados a ver. Tinha tudo, aliás, pra ser um filme forçado e bobo, mas o elenco fora de série, as tiradas do roteiro, a fotografia incomum e a direção fazem do filme uma obra-de-arte da comédia. Mistura o absurdo com a realidade (que às vezes pode ser absurda) e mostra o umbiguismo de um explorador oceanográfico magistralmente interpretado por Bill Murray (o repórter do Dia da Marmota ou o palhaço do Não Tenho Troco). No elenco, Anjelica Huston (a eterna Mortícia Adams), Cate Blanchett (a perfeita Katharine Hepburn em O Aviador), Willen Daefoe (o Duende Verde do Homem-Aranha) e até o Seu Jorge, convidado para uma participação pelo diretor acaba trazendo versões inusitadas e aprovadas pros clássicos de David Bowie.



Vale pelas risadas. Vale pelo elenco. Vale pelo vanguardismo. Vá e assista - mas vá de peito aberto para o novo.



Fim da crônica cinematográfica (The End).

Posted by Lili in 18:16:42 | Permalink | Comments (2)

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Li nos jornais que choveu muito em Sampa e tá todo mundo parado.

Lembrei do clipe da música Everybody Hurts, do R.E.M., que as pessoas resolvem descer dos carros e sair a pé do congestionamento. Será que é a solução pra Sampa City?



Por aqui também chove… mas tá looonge da catástrofe paulistana.

Posted by Lili in 15:05:36 | Permalink | Comments (2)

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Há alguns bons meses, uma amiga voltou dos EUA com uma pulseirinha amarela de borrachaNinguém sabia o que era e ela explicou: é pra causa do câncer, lá tá todo mundo usando - custa 1US$ que vai pros projetos na área. Pareceu legal.



Agora, meses depois, leio uma matéria na Folha Online sobre as tais pulseirinhas. Se multiplicaram. Tem a amarela do câncer, tem a azul do Tsunami, tem a trançada preta-e-branca do racismo no futebol e assim vai. Inicialmente parece bom. Mas pelo visto nasceu além de um modismo exagerado (que deve ser em SP, porque aqui no Rio não vi nada disso) um mercado paralelo e negro das tais pulseirinhas de borracha - o que não ajuda em nada as causas das ditas cujas.



Não entendo essas coisas… se as pessoas querem usar, mesmo que por modismo, por que eles não aumentam a produção - assim todas as causas arrecadariam mais - em vez de deixar virar artigo de luxo e chegar aos 100R$ nos sites de leilão virtual (fora os camelôs)?

Vai entender

Posted by Lili in 15:00:04 | Permalink | Comments (2)