Saturday, May 28, 2005

157

Tá no O Globo Online de hoje: Cesar Maia quer abrir no Rio filial do Museu Hermitage de São Petersburgo.



Não sei se isso é bom ou ruim. É como a velha discussão sobre o Guggenheim, que acabou não firmando: que vantagem Maria leva? Se um grande Museu desses vier pro Rio, ganhamos visibilidade turística e política, revitaliza-se a área da cidade onde o dito for ser instalado, gera-se empregos diretos e indiretos, atrai investidores. Mas ao mesmo tempo, é uma outra cultura que estamos trazendo pra cidade mais representativa da brasilidade, normalmente esses contratos vêm cheios de acordos do tipo “os profissionais são todos da matriz” e gasta-se muito dinheiro que poderia ser investido na manutenção do patrimônio local. Ó, dúvida cruel.



Mas não da pra reclamar da área de cultura da Prefeitura do Rio: os Museus da Prefeitura vão aparentemente bem, alguns grandes ícones do patrimônio da cidade estão sendo recuperados (como a Antiga Catedral Metropolitana, como já disse outro dia), criou-se o Teatro Por 1 Real todo último domingo do mês nos teatros municipais, etc e etc.



Acho que o que nos resta é esperar e talvez pagar pra ver.

Posted by Lili in 15:01:02 | Permalink | Comments (2)

156

Ah, deixa eu contar:



Minha irmã me ligou ontem lá de São Sebastião e disse que meu avô acordou muito bem, tomou café, encheu o saco da minha vó e foi recolher os cocôs dos cachorros. Fiquei aliviada e feliz. Ele disse pra velha que não é ainda que ela vai enterrá-lo! :D



Parece que o grande problema era que a dose do anti-coagulante que ele toma pro coração tava errada. Ufa.
Posted by Lili in 14:39:30 | Permalink | No Comments »

155

Adoro a tecnologia. De verdade. Às vezes me esqueço que um dia vivemos sem essas modernidades todas que nos cercam.



O celular é um exemplo disso: virou indispensável. E se acontece um acidente? E se você precisa de um táxi no meio do nada de madrugada? E se você precisa falar com alguém que você sabe que está ocupado? Viva o celular multimídia, com tudo pra nos oferecer: SMS, MMS, foto, vídeo, calculadora, despertador, agenda, e também telefone.



A máquina de lavar roupas já é relativamente antiga. Mas de uns tempos pra cá colocaram nela um recurso que é a salvação dos sem-tempo: a água quente. Perfeito. Você joga tudo lá dentro, só separando pelas cores, coloca o sabão e o amaciante na gavetinha, clica uns botõezinhos e puft! Pouco tempo depois está tudo limpinho e você nem encostou na roupa.



Do computador nem vou me alongar: banco, supermercado, correio, mapas, jornais, revistas, livrarias, museus, e etc e etc, sem sair de casa.



Tou falando dos eletroeletrônicos mas tem ainda as coisas de cotidiano. Você foi ao supermercado (podia ter feito compras pelo computador, mas você gosta de olhar as prateleiras) e puxa! O cartão de crédito estourou! Cartão de débito não tem saldo. Mas tem uma agência bancária ao lado do supermercado. Pronto: você dá uma passada rápida no cheque expresso, imprime quatro folhinhas, paga as compras e eles entregam tudo dentro da sua cozinha. E tem táxi que você paga com cartão de crédito; farmácia, padaria, supermercado, cafés e restaurantes (na época do natal até shopping) 24 horas, tudo sempre delivery



Agora me diz: e como é que seria o mundo hoje se não houvesse luz elétrica?
Posted by Lili in 00:45:36 | Permalink | Comments (4)