Sunday, July 31, 2005

260

Tou em Sampa. Vim de carona com o Marcelo, num dia lindo de sol, a linda paisagem da Dutra, o Vale do Paraíba com o rio Paraíba que acompanha a estrada quase por todo o caminho, os papos e pirações, rock e descoberta de B-Negão. Muito bom.

Hoje, domingo de sol, a casa gelada da minha mãe e nenhuma previsão de programa ainda.

***

Queridos, devo “desaparecer” da visitação dos blogs essa semana. Conexão discada, computador mais lento do que eu tou acostumada, sem Firefox, teclado diferente e uma semana aqui. Muita adaptação pela frente…

Posted by Lili at 15:48:56 | Permalink | Comments (2)

259

Muita coisa acontecendo por aí, mas como disse o Haroldo, que faz o curso do Delson comigo, essa história toda da política é como novela: a gente assiste os primeiros e os últimos capítulos, porque o meio é um porre.

três dias não leio jornal. Não tá dando tempo. Mas ao mesmo tempo me sinto aliviada: estamos sendo soterrados por milhões de acusações e denúncias - o problema é saber o que é verdade e o que não.

Alguém viu alguma notícia muito interessante esses dias?

***

Sei que, nessa onda de protesto por conta da morte do brasileiro em Londres, tem uma galera que vai pegar carona pra levantar uma questão muito importante: um grupo de mães das favelas do Rio de Janeiro está organizando, junto com pessoas que solidarizam com causa, um movimento para alertar as pessoas sobre o massacre que vem acontecendo nas regiões pobres: todos os dias jovens pardos e negros, entre 18 e 25 anos, são assassinados inexplicavelmente pela polícia que faz busca por traficantes.

O movimento “Posso Me Identificar?” é uma tentativa de alertar a população e encerrar com a matança injustificada. Assim que eu tiver mais informações sobre o movimento coloco por aqui.

Posted by Lili at 15:30:04 | Permalink | No Comments »

Saturday, July 30, 2005

258

Ontem tive um dia fantástico!

O Rivotril voltou ao ar, tive um almoço interressantíssimo com uma amiga querida, tive aula com a Camilla Amado (o Delson tá em Brasília), estiquei no Baixo Gávea com o pessoal do curso, e lá foi ao meu encontro outro cara muito querido, fomos assistir a peça “O Rim“ (depois eu faço a crítica) no Shopping da Gávea na faixa e emendamos um jantar com o elenco e a produção no Gula Gula (um restaurante show de bola aqui do Rio).

Perfeito!

Hoje tou de partida pra Sampa City. Vou de carona - o que é magnífico porque além de economizar a passagem eu ainda vou ter uma ótima companhia pras mais de cinco horas de viagem. eu encontro um computador e, com calma, ponho o Rivotril em dia. E comento das coisas interessantes que eu tenho ouvido por aqui, por

Posted by Lili at 12:46:37 | Permalink | Comments (6)

Friday, July 29, 2005

257

Um dia inteiro fora do ar. Ou mais, não tenho certeza. Um dia que eu vi, que eu tenho consciência. E tudo isso por excesso de visitas! Ora, e afinal isso foi bom e foi ruim! É ótimo saber que as pessoas gostam do ansiolítico e têm passado sempre por aqui. Agora ruim que o servidor não tenha aceitado isso muito bem e tenha resolvido que, se vai ser assim, só pagando. É o mundo capitalista. ;)

Por enquanto vai ser assim, pagando. Vou pensar se tenho outra opção. Mas não queria sair dessa casa onde já estou tão bem instalada e onde você sabe que vou estar, conhece bem meu endereço. Alguma sugestão?

Enfim: obrigada de coração por me trazer tão bom problema! :D

Posted by Lili at 14:51:38 | Permalink | Comments (6)

Thursday, July 28, 2005

256

Como diria a Lilian: pataqueoparéo! :|

É o seguinte: o Rivotril está “fora do ar” porque excedeu a cota de acessos mensal. Quê? É isso mesmo. Tem tanta gente visitando o ansiolítico (brigadin, amores!) que o servidor travou o acesso - “Bandwidth Exceeded“. Pôxa!…

Tou pensando numa solução pra isso, ela deve vir logo. De qualquer forma, se alguém conseguir adentrar esta página saberá que até 01 de agosto ela deve ficar “fora do ar“.

Isso faz parte daquela historinha de que “há males que vem pro bem“? ;)

Posted by Lili at 18:28:37 | Permalink | Comments (6)

255

Domingo também assisti à peça “Utopia“, da Péssima Companhia.

Dirigidas por Moacir Chaves, as quatro atrizes cômicas (Alessandra Maestrini, Josie Antello, Danielle Barros e Maria Clara Gueiros) dão um ângulo um tanto quanto peculiar à obra de Thomas More, escrita por volta de 1516. “Utopia” é um ensaio a respeito da formação das sociedades, das formas de troca, dos meios de vida - que veio a influenciar o pensamento socialista, séculos mais tarde, com suas idéias sobre igualdade entre as pessoas.

Pequenos monólogos são montados a partir do texto, que só não se torna chato porque as atrizes mostram habilidade para atrair a platéia e distraí-la, levando a seriedade do ensaio às margens da loucura pela encenação cômica. Dou destaque à uma das últimas cenas do espetáculo, protagonizada por Gueiros com a participação das outras atrizes, onde ela comenta a fascinação absurda das sociedades pelo dinheiro em contraste com Utopia, a-ilha-ideal-para-se-viver. Bárbaro!

A direção é precisa, num texto difícil mas que não cai. A cenografia de Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque, simples e adorável. A iluminação perfeita do Aurélio de Simoni. E a trilha sonora que, além de bem escolhida, conta com a participação à capella de Maestrini, considerada uma das grandes revelações do teatro musical no Brasil hoje.

A temporada no Rio acabou, mas eles estarão no Festival de Teatro de Porto Alegre, em setembro.

Fim da crítica teatral (B.O.).

Posted by Lili at 14:22:51 | Permalink | No Comments »

Wednesday, July 27, 2005

254

Domingo assisti “Gritos e Sussurros“, do Ingmar Bergman.

Nossa. É, é minha primeira impressão pós-filme. Nossa. Filme antigo, 1972, sueco (título original “Viskiningar Och Rop“). Para alguns, as cenas longas e silenciosas devem ser um martírio. Eu achei lindo. A idealização do filme, a produção, a direção - tudo é instigante, tudo provoca.

Confesso que me assustou. Um filme que fala e mostra a morte de uma forma tão crua, no mínimo, assusta. Agnes (Harriet Andersson) recebe a companhia de suas duas irmãs, Karin (Ingrid Thulin) e Maria (Liv Ulmann), pouco antes de morrer. Harriet protagoniza as cenas de dor e morte mais realistas e perfeitas que já vi no cinema. Liv e Ingrid brilham em seus devaneios e em suas personalidades contrastantes. É um filme pesado, denso, mas, afinal, otimista (por incrível que pareça).

É um clássico e isso é o menor motivo para que seja visto. Mas traz uma linguagem diferente, seca, quase chapada no pouco uso das cores e das palavras. Vale, mas veja num bom dia.

Fim da crítica cinematográfica (slut).

Posted by Lili at 21:29:25 | Permalink | No Comments »

Tuesday, July 26, 2005

253

Recebi esse questionário do Fernando Cals, o Observador. Sobre cinema: óbvio que eu responderia. Aí vai!

***

1) Qual o seu filme favorito?

DOGVILLE. Sem dúvida.
Tem outros que acho incríveis (como por exemplo FORREST GUMP, OS SONHADORES, AS INVASÕES BÁRBARAS, BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS, PEIXE GRANDE, SECRETÁRIA…) mas DOGVILLE foi responsável por grandes mudanças na minha vida.

2) Qual o último DVD que você comprou?

ANTES DO PÔR-DO-SOL. Hoje, “pré-assistido” (o termo da Blockbuster para usado).

3) Quais os 5 últimos filmes que você viu?

GRITOS E SUSSUROS, do Ingmar Bergman;
BATMAN BEGINS, do Christopher Nolan;
GUERRA DOS MUNDOS, do Steven Spielberg;
MADAGASCAR, da Dreamworks;
BENDITO FRUTO, do
Sérgio Goldenberg.

4) Qual o melhor filme brasileiro de todos os tempos?

Hum… difícil. Mas confesso que adorei CASA DE AREIA, do Andrucha Waddington. Agora, todo mundo fala muito bem do LAVOURA ARCAICA, do Luis Fernando Carvalho… mas ainda não consegui ver.

5) Qual o seu diretor /ator /atriz e o seu gênero favoritos?

Diretor: Tim Burton
Ator: Ewan MacGregor, Tom Hanks
Atriz: Nicole Kidman, Audrey Hepburn
Gênero: Romance/Drama, assim, meio mesclado mesmo.

6. Escolha 5 pessoas para passar a corrente…

Preparem-se, queridos!

Camille

Denise

Francis

Lili

Ronzi

(Vou quebrar a regra e mandar pra mais uma pessoa: Lili. Presentinho, querida!)

Posted by Lili at 19:47:07 | Permalink | Comments (20)

252

Sábado à noite vi “Batman Begins“, de Christopher Nolan.

Ele faz parte da Geração HQ do cinema, que surgiu não faz muito tempo e vem muito bem, obrigada. Todo estruturado pela DC Comics, a responsável pela edição do gibi, o filme realmente tem o clima das verdadeiras histórias do Batman (clima esse que os outros filmes do Homem-Morcego não captaram muito bem, com excessão do primeiro, de 1989, do Tim Burton).

O início da saga do Homem-Morcego é muito bem explicada, deixando claro o surgimento de Gothan City como a conhecemos, com seus vilãos e seus problemas. Christian Bale vai muito bem na pele do herói sombrio e atormentado, só faltando o queixo quadrado típico. A iluminação é ótima, a edição, os efeitos especiais e sonoros também - o que nos leva a crer que a direção acertou a mão - e que, assim como o Homem-Aranha, terá uma continuação.

Aliás, assim como no Homem-Aranha e nos gibis do gênero, há uma grande preocupação em “passar a mensagem“, fazer pensar. Filosofia pura, o filme todo, camuflada nos questionamentos das personagens. Ponto pra eles.

Portanto, vá logo assistir. Aproveite pra ver no cinema que esse tipo de filme tem muito mais graça na telona com som potente.

Fim da crítica cinematográfica (the end).

Posted by Lili at 05:39:07 | Permalink | Comments (4)

251


Normais
apenas nós, porque por aí… (só tem tantan!) :D

Posted by Lili at 05:01:03 | Permalink | Comments (6)