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Ao sair da clínica, sapato novo no pé direito… hora de ir para o ensaio. Mas, opa! O ponto de ônibus fica a duas quadras daqui. Ok, ter paciência e ir andando. Aparentemente, fácil (para a ira dos meus amigos que me bombardearam depois com aqueles “você devia ter pegado um taxi!“, “como é que fica andando assim, com o pé machucado, só piora!“, etc e tal). Mas existem calçadas tortas, cocôs de cachorro, crianças desgrenhadas, carros mal educados que não respeitam sinal. Fora os obstáculos maiores: num trecho da rua existia uma obra da Companhia de Gás do lado esquerdo e um ônibus parado em cima da calçada do lado direito. Por onde eu passo?, fiquei me perguntando, parada. O jeito, claro, pelo meio da rua. Dificuldade de subir no ônibus, de descer do ônibus, de chegar na aula, de fazer aula (de interpretação, com exercícios de improvisação!), de sair da aula pra ir pro outro ensaio, de sair do ensaio… fui até carregada no colo por um amigo num ponto onde a água tinha tomado a rua.
Agora tou de molho em casa, pé pra cima, gelo o tempo todo. Mas a saga vai continuar porque só tiro isso terça.
(Marcelo, agora te entendo bem.)
Por isso eles são seus amigo. Se preocupam.
E vc, mocinha (hehe), deveria escutá-los mais…
Desejo melhoras para vc de maneira que a gaivota não saia manca.
hahahaha…
Ronzi,
a gaivota vai voar boazinha e não vai demorar nada!
Bjo.