Saturday, December 31, 2005

384

Pensei: por que não fazer um balanço do ano? A Denise me instigou… não seria má idéia.

Pois meu ano foi bom, no fim das contas. Foi o ano mais durango que já tive até hoje. De verdade. Épocas de vacas modelos-internacionais-vindas-da-somália. Porque neste ano eu mudei meu esquema de grana, que até então tinha um paitrocínio forte. Só que não posso dizer que isso foi ruim. Foi apertado, mas foi bom. (Obóvio que para o ano que vem o negócio tem que ser outro, afinal figurinha repetida não completa álbum).

Na parte profissional foi ótimo. De verdade. Podia ter sido excelente se eu tivesse conseguido um bom contrato ou tivesse ganhado uma boa grana com publicidade, mas tudo bem, essa parte eu deixo pro ano que vem. Profissionalmente, como eu dizia, foi ótimo porque eu finalmente assumi o trabalho que eu amo fazer. Eu finalmente assumi minha profissão de atriz, fiz ótimos contatos, entrei em ótimos projetos (teve um que nem foi tão bom assim como resultado, mas que foi de bom proveito no processo), voltei a estudar da melhor forma possível, comecei a me realizar. Comecei porque ator é um bicho insatisfeito pacas, sabe como é.

Na parte familiar também foi tudo ótimo. Minha irmã se acertou com um cara massa, minha mãe tá voltando com o ex que é um fofo, meu pai se livrou de um encosto antigo e agora tá abrindo novos caminhos e parece feliz, meu sobrinho tá cada vez maior. As coisas vão bem por lá. E na minha “nova família”, a do Ornito, tudo também vai bem e feliz, começando o ano de pouso novo. Beleza.

Na parte emocional tudo realmente excelente. Como o Ornito, não há.

Foi um ano muito bom socialmente também. Conheci pessoas muito legais do meu meio de arte, conheci amigos de amigos legais, conheci pessoas fantásticas através desse blog. Esse blog, aliás, foi realmente uma coisa louca: 384 posts em menos de um ano, vários blogueiros comentaristas, vários blogueiros linkados, vários visitados, no mínimo, semanalmente. Uma diversão.

Bem, e pro ano que vem (amanhã)? Subir mais um degrau, ou dois, se der. É, porque acho que não tem nada que eu queira realmente mudar, dar guinadas espetaculares. Eu quero é aperfeiçoar, aprofundar, ir além. Se bem que isso pode ser até mais difícil que mudar… mas é isso. Acho que essa é minha resolução de ano-novo.

Então, que 2005 passe

E Feliz Ano-Novo pra você!

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Friday, December 30, 2005

383

Filipe Hage no Mar da Macumba, Rio.
Foto de Marcelo Piu.


Ontem me senti num programa da TV Cultura:

É que eu fui com o Ornito no Recreio, buscar a prancha que ele comprou de um amigo meu shaper, o Filipe Hage. E o Filipe, gente finíssima - que além de shaper é surfista profissional e ator -, mostrou pra gente todo o funcionamento de uma fábrica de pranchas.

É mais ou menos assim: Chega pra ele, de Pernambuco, uns blocos grandes de um material sintético, que parece um isopor condensado mas é mais resistente. Ele mede tudo, traça o contorno conforme o pedido do cliente, serra (com serrote mesmo), lixa, plaina. Deixa o bloco com o formato da prancha. Claro que é tudo milimétrico, um tremendo trabalho de precisão (é isso que faz do cara um bom shaper). Daí sai dalí e vai pra pintura. Um outro cara faz a pintura que foi pedida (as pranchas lá são por encomenda) e passa pra um outro cara que coloca um tecido de fibra de vidro, pra proteger. Daí ela vai pra um outro cara, que lixa e depois pra um outro que enverniza e ainda pra mais um outro que passa lixa d’água. É uma porção de salinhas, eu posso estar esquecendo alguma, mas é mais ou menos isso. É um trabalheira só, mas dá pra notar que quem trabalha ali gosta mesmo do que faz (os caras são animadíssimos).

Às vezes eu esqueço que as coisas que a gente usa não “brotam” do jeito que a gente vê…

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Wednesday, December 28, 2005

382

Entro na cabine com uma porção de peças, do P ao G. Nunca se sabe a fôrma que usam pra fazer aquilo. Teoricamente o M serviria, mas todos parecem tão disformes que resolvo tentar tudo. O primeiro, P, fica apertadíssimo. Ok, era meio óbvio, nem me lembro de ter usado P um dia na vida. Então vem o segundo, M, e este também fica apertado. Ok, fôrma pequena. Normal. E vamos ao G… apertado! O que é que o resto do mundo usa? Com um G desse tamanho as únicas pessoas capazes de usar biquinis nesse mundo são as Olívias-Palitos e as crianças. A ditadura da magreza reina, mas isso já é demais!

Deixo o provador frustrada. Sigo para outra loja mas é só a primeira parte da saga. Quem foi o medíocre que inventou que brasileira tem que usar microbiquini? Pra todos os lados apenas biquinis pequenos e pequeninos e pequenininhos. Fora as estampas, horrorosas. As mulheres realmente se conformam com essas coisas minúsculas e com esses desenhos?

Horas rodando e finalmente um biquini descente, não de vovó mas também não de criança, sem estampa, numa cor bonita, que não brilha no escuro nem é pálido o suficiente pra me deixar quase nua aos olhos desatentos. Um, em centenas.

Idealismo não: conforto.

Saindo da loja com a sacola fico pensando como fazem as rechonchudas, as cadeirudas, as peitudas, as fofinhas, as imperfeitas, ou seja, a grande maioria das mulheres do Brasil que vestem manequim acima do 40, para ir à praia.

Da próxima vez que for à praia vou prestar mais atenção no biquini das outras e quem sabe começar um piquete…

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Tuesday, December 27, 2005

381

Finalmente de volta à rede.

Tive um ótimo Natal. A noite na casa da minha tia linda Magá, como quase todo ano, com mãe e irmã e família, e o almoço na casa dos tios do Ornito em São José dos Campos. Foi tudo muito divertido.

Cheguei em casa só hoje no fim da tarde, exausta da viagem. Tanto que dormi um monte, nem fiz mais nada. E agora, acordada, tranquila e com fome, finalmente me sinto descansada. É aquela velha história: viajar é ótimo, mas nada como voltar pra casa.

Em Sampa fiz compras em shopping e em supermercado, encontrei o Marcelo e o Lu, fiz happy hour no Frangó, fiz fotos novas com o Guto Socci e o Demian Golovaty (que só vão ficar prontas no início de janeiro - tou curiosíssima!), curti meus pais, comi o-maravilhoso-bacalhau-da-Dona-Guilhermina, vi televisão (coisa que raramente faço)… me diverti. Foi uma ótima semana.

E você? Passou bem o Natal?

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Thursday, December 22, 2005

380

:: Poucos dias pro Natal. Pra não variar não consegui ver todos os meus amigos por aqui. Acho que, se muito, vou conseguir ver dois. É sempre assim, sempre.

:: Já encarei shopping cheio, congestionamento, chuva. Bem São Paulo. Hoje tem rodízio (antes fosse de pizza, mas é de carro. SP tem dessas coisas: excesso de gente faz com que as pessoas precisem se revezar pra andar na rua), então vou ter que descolar um outro carro já que tudo aqui é longe e fora de mão. Quem manda acostumar com as distâncias cariocas.

:: Amanhã vou fazer fotos novas. Dessa vez como modelo, não como fotógrafa. É que o marido da minha irmã, o Guto, é fotógrafo e vai fazer novas fotos de trabalho pra mim. Começando o ano com material novo… parece bom. Depois eu posto alguma bacana aqui.

:: Ah, fazia tempo que eu não via TV. Pois eu tomei café hoje com a TV ligada na MTV e agora tou com um “funk estadunidense” na cabeça. É uma peruinha cantando com um cara chamado Black Eyed Pies (acho), ostentando e ostentando. American Way of Life. A música chama “My Humps” e o refrão… “spend all your money on me, spend time on me“. Profundo.

:: Feliz Natal (por precaução). ;)

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Monday, December 19, 2005

379

Tou em Sampa. É que o recesso de Natal começou com uma semana de vantagem, então aproveitei e viajei logo. Ok, ir pra Sampa não é viagem, mas como família tá aqui e Natal é sempre com eles…

No caminho perdi meu Kombolói (Desculpa, Ornito). Kombolói é um brinquedo grego que parece um terço. Foi no ônibus, na hora da troca porque o que eu tava bateu na entrada da Dutra. Triste. Outro agora só na Grécia ou em Chipre. Alguém tem um pra me dar de presente?

Por falar em presente e em Natal e em Sampa, adivinha se vou conseguir ficar postando? Até compra de presente de Natal de madrugada se faz por aqui. Logo, acho que vou desejando Feliz Natal pra todos toda vez que eu postar, assim não corro o risco de passar sem. ;)

Feliz Natal então!

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Saturday, December 17, 2005

378


Dois Filhos de Francisco“, de Breno Silveira.

Pois então ficamos sabendo que esses garotos fizeram uma obra magnífica? Pois é. O pessoal da Conspiração surpreedeu. O que era pra ser um filmeco bobo, sobre a história de uma das tantas duplas sertanejas brasileiras que seria assistido apenas pelos seus fãs mais ardorosos, acabou virando representante brasileiro na corrida do Oscar e a maior bilheteria do ano no país. Todo mundo viu (ok, quase todo mundo). E essa audição em massa se deve ao povo da Conspira, que fez roteiro, produção, escolha de elenco, tudo. Palmas para eles.

A história não é da dupla especificamente. Claro, é sim, mas não no sentido emocional da coisa. O roteiro é feito pra comover, pra tocar: o conflito é universal. É um pai que sonha com um futuro melhor para os filhos. Quer conflito mais universal que esse? Pois dois dos tantos filhos são os, hoje, superfamosos Zezé di Camargo & Luciano. Mas não se assuste, eles mal aparecem no longa, por incrível que pareça. A história se concentra mais na infância do que na adolescência ou na vida adulta, e mesmo na vida adulta quem dá o tom é o não-estreante mas descoberto Márcio Kieling (Zezé). Mas os ladrões de cena são, definitivamente, o pai Francisco (Ângelo Antônio) e a mãe Helena (Dira Paes), absortos pelos papéis, impecáveis.

O roteiro é bom, bem traçado, redondo. A luz, a fotografia, a edição, o som - tudo perfeitamente calculado pra agradar. As atuações perfeitas (inclusive dos meninos Dáblio Moreira e Marcos Henrique). Mas pra ser perfeito tinham que ter amenizado a publicidade do patrocinador: tudo bem botar o Bradesco na tela, mas que pelo menos o logo da marca fosse condizente com a época.

Em resumo, vale. E como vale. Emociona, é bem feito, e mostra como todos temos em comum os mesmos desejos de felicidade.

Fim da crônica cinematográfica (Fim).

***


Dança Lenta no Local do Crime“, de Luiz Valcarazas.

O texto, da dácada de 60, está um pouco desatualizado (óbvio), mas ao mesmo tempo, em muitas coisas, continua bem atual. William Hunley, o autor, soube muito bem questionar os valores sociais quando escreveu esta peça. Três personagens, três conflitos que se ligam num mesmo novelo. O texto é bárbaro. Mas sim, é datado. E esse, pra mim, foi um equívoco na montagem de Valcazaras: por que tentar atualizar, no tempo, a história? Levou ao primeiro erro de lógica: um dos personagens (o Sr. Glass) não condizia com a idade que ele deveria ter hoje. Mas ok, isso não fica muito-muito claro de cara.

O cenário é uma graça, a luz idem. Mas o figurino fica meio solto no ar, como se cada personagem fizesse parte de uma década diferente (será proposital?). O Sr. Glass (Antônio Galleão) parecia saído dos anos 60, Rosie (Regiane Alves) dos 80 e Randall, nessa montagem o RD, (Rogério Britto) dos 90. Além disso, um problema claramente aparece (para quem conhece o original, já que o público leigo apreciou tudo espontaneamente): Antônio Galleão e Regiane Alves não atribuem a seus personagens o peso que eles realmente precisavam ter, fazendo com que Rogério Britto carregue o espetáculo nas costas sozinho. Isso talvez aconteça pela adaptação cheia de buracos em relação ao original, mas fica faltando força e impacto em algumas cenas, especialmente na cena final, que morre um tanto frouxa.

Mas essa é uma crônica idealista, de alguém que gosta muito do texto original e esperava outra coisa dessa montagem, porque no fim eles conseguem fazer um bom espetáculo, com ritmo, com graça e contando bem a história. Mas que podia ser mais, podia.

Fim da crônica teatral (b.o., baixa o pano).

***


Corra, Lola, Corra“, de Tom Tykwer.

Acho que todo mundo já ouviu falar desse filme. Foi um ícone dos anos 90: o primeiro longa no mais-estilo-videoclipe aprofundando as questões filosóficas de mundo. Ele, se não é “o” precursor é um dos, do Matrix e todos esses filmes rápidos e inteligentes que questionam muito mais do que a realidade, entrando no setor filosofia.

Mas apesar do desconto por ser um precursor, assistindo hoje, 2005, depois de tantos seguidores, sinto as falhas. Lola (Franka Potente) não é muito expressiva, assim como seu namorado Manni (Moritz Bleibtreu), o que distancia um pouco a história do público. A montagem é bem feita, mas algumas partes da edição poderiam ter sido feitas “mais ágeis”, evitando o tédio de se ver por muito tempo o que já foi visto. O roteiro é ótimo mas acredito que poderiam ter aprofundado o “so what?“, levando ainda mais o público à reflexão. Mas ok, ok… a idéia e o período salvam tudo. Lola é um ícone.

Fim da crônica cinematográfica (ende).

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Thursday, December 15, 2005

377

O que a gente faz pra reverter um dia daqueles sem-vontade-de?
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Tuesday, December 13, 2005

376

O cinema brasileiro tem um lapso: não universaliza seus conflitos. Pelo seguinte: todo mundo sofre, todo mundo é feliz, em qualquer lugar do mundo e é por isso que alguns filmes são eternizados, porque eles conseguem tocar todo tipo de gente, que se identifica com o conflito e não com a situação. “Dois Filhos de Francisco” consegue isso. Mas a maior parte dos filmes brasileiros não. Fica aquela coisa meio “Nouvelle Vague” sem desfecho. Porque não é um problema de não ter fim na história, “Antes do Pôr-do-Sol”também não tem fim, mas tem desfecho. A questão é que o cinema brasileiro é muito “umbigado”, por assim dizer…

É isso que acontece com os dois filmes brasileiros que vi no último sábado:

Cinema, Aspirinas e Urubus“, de Marcelo Gomes.

O filme já começa diferente: é outra época (1942) e essa “outra época” é bem representada no tom sépia da imagem. É como se virássemos páginas de um álbum de retratos da vida daquelas pessoas, perdidas (ou não) no interior do Brasil. Ou seja, tecnicamente é lindo. A direção de arte, detalhista e caprichada, encanta. As interpretações, a preparação, a direção, a iluminação (inclusive para as cenas noturnas), tudo. Lindo. Mas tem um furo no roteiro…

Não que haja erros históricos (sinceramente, não prestei atenção a tal extremo), não que os diálogos sejam fracos ou que os personagens sejam vazios. Nada disso. Isso tudo é bem pensado. O problema é quando o filme acaba e você fica com a sensação de “faltando um pedaço“. Não há comoção, não há expectativa, não há nada. Há um buraco. E mesmo com o belíssimo trabalho de Peter Ketnath (Johann) e de João Miguel (Ranulpho) ainda falta.

Pena, um filme lindo, mas falta. Vale, mas podia ser mais.

Fim da crônica cinematográfica (fim).

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Cidade Baixa“, de Sérgio Machado.

Mais um candidato a rei-da-nouvelle-vague-tupiniquim. “É belo, tem talento, mas Turgueniev é melhor“, diria Tchekhov. Essa é a sensação. Alice Braga (Karina) dá show de interpretação bem acompanhada de Lázaro Ramos e Wagner Moura (Deco e Naldinho). A preparação de atores feita por Fátima Toledo na trinca dá um caldo gostoso de se ver, impressionante e comovente. A direção é boa, a produção caprichada. Dá pra sentir o cinema inteiro se remexendo na cadeira em algumas cenas.

Mas o conflito-do-filme fica solto no ar. A trinca se esforça, mas a falha é mesmo do roteiro. A sensação de que o editor cortou o rolo de filme antes do final é forte, e pelo menos motivo do “Cinema, Aspirinas e Urubus“.

Pena também. Um filme forte, que também podia ser mais.

Fim da crônica cinematográfica (fim).

***

Não tou achando a crônica de “Dois Filhos de Francisco” nesse blog. Tou seriamente desconfiada que eu esqueci de postar! :O

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Monday, December 12, 2005

375

Rapidinhas:

:: Ontem foi o primeiro ensaio aberto dA Gaivota. Rolou no Teatro Contemporâneo, em Botafogo, gentilmente cedido pelo Dinho e sua esposa Aline, com a iluminação do maravilhoso Aurélio De Simoni. Foi só 1° e 2° atos, sem os figurinos e o cenário finais, mas foi ótimo. Tem muita coisa pra ajeitar, mas a gente tá no caminho certo.

:: Assisti dois brazucas no sábado: Cinema, Aspirinhas e Urubus e Cidade Baixa. Depois posto a crônica.

:: Ontem assisti “Dança Lenta no Local do Crime“, peça que está em cartaz no SESC Copacabana, a preços populares. Vou pôr a crônica depois também, mas aviso com antecedência que é muito bom e ainda dá tempo de ver. Mas acho que é mais esse fim-de-semana.

:: Como chove, heim? Preciso sair pra comprar um presente de amigo oculto mas nem tou com coragem de encarar essa chuva toda…

:: Você tá sabendo que além de Rolling Stones dia 18 de Fevereiro na Praia de Copa e do U2 provavelmente nos meados de maio-junho, quem também dá as caras pela Terra Brasilis ano que vem é a Madonna? Provavelmente pros meados de setembro-outubro. Todos trazidos pelo mesmo empresário. Viva o moço!

:: Conhece Shiatsu? Aquela massagem que às vezes a gente vê umas cadeiras esquisitas no shopping? Pois ganhei de presente de Natal do queridíssimo Aroldo, no sábado, 1h de Shiatsu clássico, na maca e na cadeira esquisita. Eu tava tão tensa e estressada que mal conseguia virar o pescoço. E o negócio foi tiro e queda! Quem precisa de Rivotril depois disso? (até sonão dá também! hahaha…)

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