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Nicosia (ou Lefcosia, para os mais íntimos)
Música: pop e tradicional, sempre grega.
Comida: xoriatiki salata (ou salada da vila) com muito iogurte, muuuito hallumi (o queijo deles, de leite de cabra, ovelha e vaca misturados) e muuuuitas cerejas.
Lugar pra ficar: Strovolos (bairro tradicional, antigo, fofo, mas que tem uma parte já perto do centro com bastante comércio).
Lugar turistico pra ir: Laiki Ytonia, na parte murada do centro, a mais antiga da cidade.
Lugar não-turistico pra ir: nas barbas da “linha verde”, a fronteira que separa o lado grego do lado turco.
Lugar pra evitar: as ruelas mais obscuras, perto da linha verde.
Compras: nas lojinhas de Laiki Ytonia e nos Peripteros (as super bancas de jornais) e na Macromatic, a loja de esportes entre Strovolos e o centro.
O que comprar: kombolóis (aqueles brinquedinhos que eles ficam rodando na mão o dia inteiro quando não estão jogando gamão) e briki (panelinha pra fazer café grego), o resto todo não é muito interessante e é extremamente caro, mais do que a França. Na loja de esportes, aluguel de bicicletas pra conhecer a cidade.
O que não comprar: sapatos (definitivamente a Europa não é pra isso) e qualquer outra coisa.
Particularidades: verão árido como num deserto, ruas desertas de pedestres, o pior sistema de transporte público que já vi na vida, carros estacionados totalmente em cima das calçadas, cidade um tanto deserta e esquisita, cafeterias e peripteros pra todos os lados, sem mendigos mas com “trabalhadores braçais importados das Filipinas”.
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Tá faltando uma porção de cidades, então resolvi postar uma por dia, começando por Chipre. As fotos eu estou organizando, não vai demorar.